Aproxime-se
mais. Tente sentir o que um abraço é capaz de fazer. Quando bem apertado, ele
ampara tristezas, sustenta lágrimas, combate incertezas, põe a nostalgia de
lado. É até capaz de amenizar o medo.
Se for cheio de ternura, ele guarda
segredos e jura cumplicidade. Um abraço amigo de verdade divide alegrias e se
apraz em comemorações.
Trata-se de pequenas orações de fé,
de força e energia. Olhe para o lado: há sempre alguém que quer ser abraçado e
não tem coragem de dizer.
Enlace-o. O pior que pode acontecer é
ganhar de volta um sorriso de carinho ou, quem sabe, uma palavra sincera. Você
vai descobrir que ninguém esta sozinho, e que a vida pode ser um eterno céu de
primavera.
Postado por
ATELIER ROMÃ FLOR
on
Frases
“Se
tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido
verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um
palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria”. (Charles Chaplin)
Hoje
para você se inspirar como eu já me inspirei, trago o autor da frase
motivadora acima e desta passagem, que considero uma das coisas mas
espetaculares que alguém já disse sobre a vida!
A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar s sua aposentadoria.Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade. Você vai pro colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando... E termina tudo com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?
Um pouco mais de :Charles Chaplin!
Charles
Spencer Chaplin nasceu em 16 de abril de 1889, em Londres, Inglaterra.
Sua mãe, Hannah Harriette Hill, e seu pai, Charles Chaplin, eram
artistas sem recursos, e desta forma, as cruéis realidades da vida,
visitaram-no durante toda sua infância.
Talvez,
devido a tanto infortúnio tornou-se, no auge da fama, uma das vozes
mais ativas e críticas à injustiça contra o ser humano. Atacando de
maneira mordaz e genial, toda e qualquer forma de autoritarismo.
Em
1910, embarcou para os Estados Unidos, e dois anos depois foi
contratado por uma das maiores produtoras de cinema da época. Durante
duas décadas realizou dezenas de filmes, muitos deles geniais, e que se
tornaram clássicos do cinema mudo.
Chaplin nunca
escondeu sua simpatia pelo socialismo e a defesa das classes oprimidas.
No inicio da década de 30, essa consciência intensificou-se e ele
transferiu suas inquietações para seus dois únicos filmes feitos nesta
década. “Tempos modernos” (1936), foi uma maravilhosa sátira, sobre a
alienação dos operários no processo de produção em massa, e “O grande
ditador” (1940), que era de uma ousadia inédita até então, quando
Chaplin, caricaturou e fez uma critica genial, a ninguém menos do que
Adolf Hitler.
Chaplin morreu na madrugada de 25 de
dezembro de 1977, em Vevey, na Suíça. Perdia-se, naquela manhã de
Natal, o gênio do cinema de infância triste, que através de seus
filmes, fez com que milhões de espectadores do mundo inteiro e de
diversas gerações, rissem, chorassem e por muitas vezes refletissem
sobre as desigualdades e atrocidades de um mundo tão cruel.Para finalizarmos nosso encontro de hoje, não poderia ser diferente senão com mais um pensamento do genial... Chaplin.
“Estou sempre alegre essa é a maneira de resolver os problemas da vida." Então aproveite seu dia de hoje para resolver suas pendências, desafios e problemas através da alegria.
Pense nisso...
Não devemos permitir que uma pessoa saia de nossa presença
sem se sentir melhor e feliz
Madre Tereza de Calcutá
O amor é lindo quando encontramos alguém que nos transforme
no melhor que podemos ser
Mario Quintana
Eu sou mansa mais minha função de viver é feroz Clarice Lispector
Houve um tempo em que eu brinquei Carnaval. Foi numa época em que eu
ainda não tinha problemas com multidões, aglomerações, músicas em
volumes ensurdecedores... uma época em que meu fígado resistia a doses
inimagináveis de álcool e toda sorte de comida trash, meu ouvido não
era naaaada seletivo e meu corpo era capaz de passar dias sem saber o
que era sono (ter 18 anos é quase como viver numa realidade paralela
né?). Bons tempos talvez, mas... eles ficaram lááááá para trás. Hoje em
dia, multidão e aglomeração só se for para os poucos shows que ainda
tenho vontade de ver, de resto... sombra e água (muito) fresca é o que
eu quero :)
Nesse Carnaval de sol escaldante e chuvas torrenciais, eu fui é me
abrigar no meu Atelie... até porque, por conta de uma encomenda, nem o álcool
hhhhha muito trabalho nos próximos dias. Me resta
portanto a companhia de bons amigos e comida farta e confortante - e,
pensando bem... eu nem precisaria de mais mesmo =)
Então fica combinado assim... nos encontramos aqui assim que a folia - no meu caso, o descanso - acabar, fechado? ;)